Soneto do olho do cu


Obscuro e pregueado cravo violeta
Respira, humildemente no meio da espuma
Inda úmida de amor que em doce encosta ruma
Da brancura da bunda à beirada da meta.

Filamentos tais como lágrimas de leite
Choraram, sob o vento cruel que os repele,
Através de coágulos de barro em pele,
P?ra se perder depois onde a encosta os deite.

Mi?a boca se ajustou muita vez à ventosa
Minh?alma, do coito material invejosa,
Fez ali lacrimal e de soluços ninho.

Azeitona em desmaio e taça carinhosa
O tubo onde desce celeste noz gostosa
Canaã feminino em suor muradinho! Anônimo

Vcs são uns comédias mesmo, kkkkkkkkkkkkkkkkk.....

4 meses atrás.





Quer perguntar ou ver mais respostas de LordKira?


Clique e acesse agora:
http://mepergunte.com/lordkira



LordKira